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O Papel Crucial da Neuropsicologia no Diagnóstico dos Transtornos de Ansiedade

A neuropsicologia desempenha um papel essencial no diagnóstico dos transtornos de ansiedade, um grupo de condições (como Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno de Pânico e Fobia Específica) marcadas por preocupações excessivas e reações emocionais desproporcionais. Diferentemente de uma avaliação clínica baseada apenas em sintomas relatados, a neuropsicologia adota uma abordagem detalhada, utilizando testes neuropsicológicos para analisar funções cognitivas e emocionais afetadas, como atenção sustentada, memória de trabalho, regulação emocional e resolução de problemas. Essa análise permite identificar como a ansiedade impacta o funcionamento mental, oferecendo uma visão mais completa do quadro

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Essa avaliação é particularmente valiosa para diferenciar transtornos de ansiedade de condições com sintomas semelhantes, como depressão, Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) ou até mesmo déficits cognitivos relacionados a outras causas. Por exemplo, dificuldades de concentração podem ser confundidas com TDAH, mas a neuropsicologia revela se elas decorrem de ruminações ansiosas ou de outro processo. Além disso, a avaliação considera a gravidade e o contexto, avaliando se os sintomas persistem há mais de seis meses (critério do DSM-V) e como se manifestam em diferentes situações, como trabalho ou vida social.

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Outro benefício significativo é a personalização do diagnóstico. A neuropsicologia mapeia o perfil cognitivo do indivíduo, destacando áreas de vulnerabilidade (ex.: hipervigilância) e resiliência, o que orienta a elaboração de planos de tratamento, como Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou medicação. Também permite monitorar a evolução, avaliando melhorias após intervenções e ajustando estratégias conforme necessário. Dessa forma, a neuropsicologia não apenas confirma os transtornos de ansiedade, mas também fornece uma base sólida para intervenções eficazes, promovendo maior bem-estar e funcionalidade.

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Essa avaliação é crucial para diferenciar o TEA de outros transtornos do desenvolvimento, como deficiência intelectual, TDAH ou transtornos de linguagem, que podem apresentar sintomas sobrepostos. Por exemplo, dificuldades na interação social podem ser confundidas com timidez ou ansiedade, mas a neuropsicologia identifica padrões únicos, como deficits em reciprocidade social ou interesses restritos, alinhados aos critérios do DSM-V. Além disso, a avaliação considera a variabilidade do espectro, classificando a gravidade (níveis 1 a 3) com base no suporte necessário, o que exige uma análise individualizada do perfil cognitivo e comportamental.

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